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Extraordinary popular delusions and the madness of crowds

Da Thinkfn

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Extraordinary popular delusions and the madness of crowds é uma história sobre a loucura popular, escrita por Charles Mackay, e primeiramente publicada em 1841. O livro documenta e vilifica os seus alvos em três partes: "National Delusions" (ilusões nacionais), "Peculiar Follies" (loucuras peculiares), and "Philosophical Delusions" (ilusões filosóficas).

Os assuntos abordados por Mackay incluem alquimia, a influência das barbas no política e religião, perseguições a bruxas, cruzadas e duelos. Escritores actuais de economia, tais como Andrew Tobias, aplaudem os três capítulos sobre bolhas económicas.

Índice

Bolhas

Entre as alegadas bolhas ou manias financeiras descritas por Mackay, está a bolha Holandesa das tulipas no início do século XVII. Segundo Mackay, durante esta bolha especuladores de todos os estratos sociais compraram e venderam tulipas, incluindo com contrados de futuros sobre as ditas. Alegadamente, algumas variedades de bolbos de tulipas chegaram brevemente a ser os objectos mais caros do mundo, até que a bolha estoirou em 1637.

Outras bolhas descritas por Mackay são a Bolha da South Sea Company (1711–1720), e a Bolha da Mississippi Company (1719–1720).

Dois investigadores modernos, Peter Garber and Anne Goldgar, independentemente concluiram que MacKay exagerou grandemente a escala e efeitos da bolha das tulipas, isto segundo Mike Dash alega na sua história moderna da dita bolha.[1]

A história da bolha das tulipas em si, porém, continua remarcavelmente obscura, e até agora continua sem ter sido objecto de uma pesquisa académica exaustiva.

O financeiro Bernard Baruch creditou as lições aprendidas ao ler o Extraordinary popular delusions and the madness of crowds para a sua decisão de vender todo o seu portfolio de acções antes do crash de 1929.[2]

Citações

  • "Os homens, tem sido bem dito, pensam em rebanho; ver-se-á que eles elouquecem em rebanho, mas apenas recuperam os seus sentidos lentamente, e um por um!"
  • "De todos os filhos do Tempo, o Erro é o mais antigo, e é tão antigo e familiar como um velho conhecido, e a Verdade, quando descoberta, aparece à maioria como um intruso, e recebe a recepção de um intruso."

Referências

  1. "....O meu sentimento geral, após rever o material disponíveil, é de que mesmo após soar o necessário alarme de cuidado sobre a fiabilidade das descrições populares, os historiadores e particularmente os economistas continuam a ser culpados de exagerar a real importância e extensão da mania das tulipas.", Mike Dash,"Tulipomania: The Story of the World's Most Coveted Flower and the Extraordinary Passions It Aroused", (p.222)
  2. Bernard Baruch, My Own Story, New York: Henry Holt, 1957, p.242-245.

Bibliografia

  • Charles MacKay, Extraordinary Popular Delusions and the Madness of Crowds, with a foreword by Andrew Tobias (1841; New York: Harmony Books, 1980). ISBN 0-517-53919-5
  • Mike Dash, Tulipomania: The Story of the World's Most Coveted Flower and the Extraordinary Passions It Aroused (1999) ISBN 0-575-06723-3
  • Peter M. Garber, Famous First Bubbles: The Fundamentals of Early Manias (Cambridge, MA: MIT Press, 2000).
  • Anne Goldgar, Tulipmania: Money, Honor, and Knowledge in the Dutch Golden Age (University of Chicago Press, 2007).

Links Relevantes

O livro está no domínio público e portanto, é gratuito e está disponível em várias fontes: