Esta é uma das tendências tecnológicas mais fáceis de prever no momento presente: Os LEDs (Light Emmitting Diodes, diodos emissores de luz), basicamente semicondutores luminosos, vão substituir a tradicional iluminação e sinalização incandescente e fluorescente.
Isto vai acontecer porque os LEDs:
Consomem muito menos energia (até cerca de 90% menos do que lâmpadas incandescentes);
Não emitem calor;
São mais resistentes a alterações de temperatura e vibrações;
Duram muito mais tempo, até 10 anos ou mais de tempo médio entre falhas, quando uma lâmpada incandescente normal se fica por 1 ano;
Reagem mais rapidamente (“acendem” muito mais rapidamente pois não têm que aquecer um filamento ou vencer um gás resistente à passagem da corrente eléctrica).
Ou seja, são devastadoramente mais eficientes do que a iluminação e sinalização hoje usada, e implicam custos de manutenção também brutalmente inferiores.
Só perdem no facto de terem um custo de aquisição mais elevado, fruto das técnicas de fabrico de semicondutores. Mas, com a sua massificação até isso poderá mudar.
Pelo que é garantido, no futuro e de forma gradual, que praticamente tudo o que hoje é iluminado e sinalizado com lâmpadas incandescentes ou fluorescentes tenderá a passar a usar LEDs.
A dificuldade estará a em aproveitar esta revolução que já está em marcha. Os mais atentos já terão reparado nas luzes de travão de alguns carros, e em alguns semáforos ...
Assim, fica o desafio de descobrirmos empresas que venham a ganhar inequivocamente com esta revolução. Da minha parte, eu penso que a chave estará na Propriedade Intelectual que cada uma dessas empresas tiver. A primeira sugestão, vinda do Fogueiro, pende para a CREE ($24.89).
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